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A QUEBRA DA BOLSA DE NOVA YORK – 1929 Não demorou muito e a riqueza bateu às portas de Giuseppe Barone – trabalhando arduamente com seu irmão Pietro Barone, logo amealharam pequena fortuna e compraram a FAZENDA LIMEIRA, onde “BEPE” passou a residir, enquanto Pietro trabalhava em Aramina em uma máquina de beneficiar café – juntavam recursos para honrar o contrato sinalagmático de venda e compra com os antigos proprietários da FAZENDA LIMEIRA e na grande safra de café de 1.930, com os reflexos do “crack” da bolsa de Nova York e os ventos da ditadura Vargas, houve um rompimento da última parcela do negócio jurídico – a FAZENDA LIMEIRA estava à mercê dos antigos proprietários, porque à época, o inadimplemento contratual tinha regras rígidas ditadas pelo dirigismo central dos partidos políticos, em especial o PRP, o qual nomeava magistrados e os dirigiam. Naquela época muitos agricultores perderam tudo que possuíam, economias e propriedades e isso se deu com a crise mundial de 29 e o famoso "crack" da bolsa de Nova York. Os reflexos dessa crise na economia cafeeira, não demoraram a aparecer, principalmente em 1930/31, quando parte dos cafezais foram destruídos e milhares de sacas de café tiveram que ser queimadas em função dos baixíssimos preços do produto no mercado mundial. Junte-se a isso os ventos violentos da ditadura Vargas, a qual acabou em produzir a Revolução de 1932 – Giuseppe Barone, Pietro Barone, estavam nesse fogo cerrado e a honra, a herança genética do gesto da protagonista Tereza Pillón, fez que entregasse sem qualquer luta jurídica, a FAZENDA LIMEIRA. Voltavam os Barone a ser “contadini’s” em terras brasileiras. em pé no estribo do Chrevolet Ramona de Giuseppe Barone está o menino Francisco Barão
Quebra da Bolsa de Nova York, em 1929.
investidores se aglomeram em frente à Bolsa de Nova York- crack de 1929
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